Pastorais
A Bíblia como regra de fé e prática

17 de janeiro de 2014

A Palavra de Deus tem se tornado motivo de chacota e zombaria para muitos que ainda não foram alcançados pelo evangelho. Desprezam os princípios morais e as histórias descritas ali. Infelizmente, este descrédito ocorre não apenas no ambiente secular, mas até na igreja existem aqueles que questionam a autoridade bíblica. Os teólogos liberais, por exemplo, possuem uma grande resistência acerca da inerrância das Escrituras. Trabalham com afinco para catalogar os supostos mitos e as referências que, segundo suas deduções, não correspondem aos fatos históricos. No extremo oposto, estão aqueles que criam interpretações mirabolantes e aleatórias, sem qualquer critério interpretativo. Utilizam a Escritura como pressuposto para expor seus próprios pensamentos, impressões e intuições.

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Diante deste quadro sombrio, a Igreja Presbiteriana do Brasil se mantém firme à sua herança reformada, considerando as Sagradas Escrituras, como única regra de fé e prática. Afirma que a Palavra de Deus é inerrante e deve ser interpretada com coerência e sensatez, observando o contexto histórico e os aspectos gramaticais do texto inspirado. Entende que qualquer leitor está desautorizado a acrescentar ou diminuir seus ensinamentos. O Antigo Testamento é a verdade divina, pois foi utilizado pelo próprio Jesus nas suas exposições. Quando Paulo escreve para Timóteo afirmando que “toda a Escritura é inspirada por Deus” (2 Tm 3.16 ), ele está se referindo aos livros veterotestamentários. Se Jesus e os apóstolos autenticaram o Antigo Testamento como Palavra de Deus, como alguém pode lançar dúvidas acerca da sua credibilidade? Por sua vez, o Novo Testamento tem como autoria os apóstolos ou alguém próximo a eles. Homens que foram chamados, treinados e capacitados por Jesus para expandir seu Reino na terra. Eles relatam a história do Mestre e da expansão do seu Reino no primeiro século e são divinamente inspirados pelo Espírito de Deus.

Ao crer nas Escrituras como Palavra de Deus revelada, não resta outro caminho ao cristão verdadeiro senão conhecer, guardar e amar este livro em santa submissão e obediência. Observar suas instruções, histórias e ordenanças com temor e reverência, afinal, é a carta de amor de Deus ao seu povo. Nesta edição do boletim, você recebe o calendário anual de leitura bíblica. Que seja um instrumento para auxilia-lo no conhecimento de Deus e no trato de amor, bondade e misericórdia dele para com seu povo.

Rev. Alexandre Sena

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