Pastorais
RESPEITO É BOM E DEUS GOSTA!

12 de fevereiro de 2016

Dos vários fatores responsáveis pela saúde nas interações sociais, o respeito merece destaque. O ocidente experimenta uma profunda crise nesta área. O desrespeito atinge todos os segmentos da sociedade. Os idosos não são tratados com dignidade, os pais estão com a autoridade enfraquecida e muitos professores experimentam um colapso emocional decorrente do estresse em sala de aula. Ao observar as instituições públicas como hospital, educação e segurança são nítidos o maltrato e a desconsideração com o ser humano.

Na busca pelos motivos que determinam este cenário deprimente está o desprezo do homem pelo seu Criador. O ataque frontal e insistente a Deus e aos princípios que Ele estabeleceu produz uma sociedade cruel, perversa e desorientada. Se não há respeito e temor Àquele que governa todas as coisas e se suas regras não atendem aos tempos modernos, o resultado não pode ser outro senão este caos nas relações interpessoais. Perdeu-se o respeito a Deus! Isso pode ser constatado tanto na tentativa de ignorá-Lo como nas aberrações que são ditas em Seu nome. Uma época de incredulidade e heresias revela a ausência de reverência Àquele que é Santo, Santo, Santo.

No entanto, esta realidade não passa despercebida daquele que tudo vê. O Senhor está atento aos movimentos dos corações e aos caminhos dos povos. Ele conhece as intenções e disposições dos que não cansam de ridicularizar a sua Palavra e insultar os seus princípios. As Escrituras revelam que Deus não é estático, pelo contrário, quando afrontado reage com juízo.

O rei Salomão escreveu: “Vi ainda debaixo do sol que no lugar do juízo reinava a maldade e no lugar da justiça, maldade ainda. Então, disse comigo: Deus julgará o justo e o perverso; pois há tempo para todo proposito e para toda obra” (Ec 3.16). O profeta Jeremias registrou que a rejeição ao Senhor e à sua lei o faz cansar de ter compaixão: “Tu me rejeitaste, diz o Senhor, voltaste para trás; por isso, levantarei a mão contra ti e te destruirei; estou cansado de ter compaixão” (Jr 15.6).

Se a felicidade de um país está em reconhecer Deus como Senhor (Sl 33.12), naturalmente, a sua infelicidade é resultado do não reconhecimento. Nesta perspectiva, as desordens, as crises e os problemas do Brasil e do ocidente são plenamente explicáveis. Diante deste cenário paganizado, cabe à igreja persistir na intercessão, no testemunho inegociável e na evangelização, com sabedoria e prudência, mostrando que em todas as épocas, a solução está em crer que Jesus é o Cristo e viver com respeito e santo temor ao seu nome.

Rev. Alexandre Rodrigues Sena

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